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O Design de Claudio Martins nas Revistas (Clique nas imagens para ampliar e ler o texto completo)

 

O Design de Claudio Martins nos Jornais (Clique nas imagens para ampliá-las e ler o texto completo)

1986 - Jornal do Brasil - Caderno B

"Existe uma diferença entre estilista e criador: o primeiro aproveita o que está no ar, segue tendências internacionais... O criador, em geral desligado da venda, do lado comercial, inventa coisas a partir de necessidades, sonhos, ideias malucas, ideais...
O designer Claudio Martins enquadra-se nesta categoria dos criadores... Fez quase todos os cursos de Desenho Industrial disponíveis no Rio... "Fechei a matrícula no dia que uma proposta de um trabalho com mãos foi considerada muito abstrata". Há quatro anos começou a fazer pastas de tapetes de automóvel, todas a mão. "Vendi uma dúzia para a Mr.Wonderful, fiquei "riquíssimo" e me mandei para Nova Iorque"... Passou um ano nos Estados Unidos e voltou para um trabalho em publicidade... "Era muita responsabilidade e um salário pequeno. Achei que valia o triplo e não podiam pagar, e saí. Peguei as malas e voltei para Nova Iorque". E por lá ficou mais seis meses vendendo suas bolsas e pastas. Fazia sucesso nas boutiques do East Village, na Bon Marché, na Ad Hoc ..."

1987 - Jornal do Brasil - Casa e Decoração

O design é de vanguarda, mas o conforto dos novos móveis da Sub (loja SubClube) é dos mais tradicionais. Executados em plástico transparente recheado de pequenos cubos de espuma, os sofás, pufes e poltronas, além de funcionalidade, dão um ar engraçado ao ambiente. Com o preço de CZ$ 11 mil 500, os móveis têm cubos de espuma amarelos, brancos ou cinza-chumbo.
Claudio Martins - que criou com a designer Noga Lubicz o SubClube, para vender móveis reciclados e objetos exclusivos para decoração, além de oferecer ao cliente vídeo-bar, cabeleireiro e arte e design em todos os níveis - diz que os novos estofados são confortáveis e lúdicos, para serem usados em pé, deitados, em qualquer ambiente ...
O SubClube fica na Estrada da barra da Tijuca 1636 - Itanhangá Center.

1987 - O Globo - Jornal de Bairro da Barra

"SubClube, loja que se propõe a ser diferente
Lá você pode comprar roupas, assistir a um vídeo de uma badalada banda de rock, tomar um drinque no bar, trocar ideias, encontrar gente interessante, escolher um artigo de decoração para levar para casa e até mudar o visual, deixando que um profissional corte seu cabelo. Inaugurada há duas semanas, a loja inova em conteúdo e formato, deixando muita gente que passa pela porta sem saber do que se trata, como conta Claudio Martins, um dos sócios:
- É uma loja versátil que tem de tudo um pouco. Nos Estados Unidos, onde morei durante algum tempo, encontram-se estabelecimentos como este. 
Aberto aos sábados e domingos, o SubClube expõe móveis, luminárias e roupas entre outros artigos..."

(A matéria falha em não mencionar a designer Noga Lubicz, sócia e também responsável pela idealização e gerenciamento do SubClube)

1987 - Jornal do Brasil - Caderno B

"
Uma viagem que leva a pelo menos três décadas atrás é a garantia de um passeio pelo Art Center Itanhangá, na Barra da Tijuca. Situado no lado menos comercial do bairro, é um endereço que começa a esquentar...
Já no andar térreo, Noga Lubicz trocou a Pólen pelo Sub (SubClube), em sociedade com Claudio Martins, vanguardista criador da marca Tudo em Plástico e desenhista adepto da xerox como técnica. A dupla passa a limpo outras décadas, reciclando móveis e complementos, reinventa móveis de hospital e joga ideias novas para todos os lados. E por que Sub, no nome? - Porque queríamos que isto aqui funcionasse como um clube, servindo bebidas, virando ponto de encontro com os amigos, ou como um atelier artístico para talentos novos. Só que é um clube sem piscina, por isto um SubClube.
Com esta explicação surrealista, Claudio e Noga recebem os visitantes, convidando par cortar os cabelos com Marcíria... Dá também para comprar óculos escuros... ou tomar um flute de champanha, um ice-cream soda preparado por Claudio... Depois decide se leva um sofá de pé palito... ou veste uma calça de cós largo..."

1989 - Jornal do Brasil - Caderno B

"Nada mais propício aos estreantes do que a moda: porque vive de novidades... Aqui no Rio, terra difícil para lançar um nome, porque todos querem ser notícia, os criadores lutam para começar uma vida profissional. Alguns, quando conseguem, deixam de lado o espírito vanguardista e caem no lucro rápido das peças de venda fácil. Outros, mais interessados em ver produzidas suas ideias incessantes, mantém a fidelidade ao frenesi criativo. Claudio Martins é um exemplo deste tipo. depois de fazer cursos de design, sair do país pra morar em Nova Iorque, ser sócio de Noga Lubicz no Subclube, Claudio volta a dar atenção total à sua fábrica de acessórios 'Tudo Plástico', na Praça da Bandeira. Os modelos novos seguem um planejamento geométrico e a lona é um material perfeito para aguentar a vida de um acessório desses. Um criador compulsivo, capaz de inventar várias etiquetas..."

(Legenda) A mochila feita em lona tem a forma de dois trapézios unidos por fechos. Cada fecho que abre surge uma nova divisória. E a cada segundo Claudio Martins inventa uma nova pasta, uma nova agenda.

1990 - O Globo - Caderno Ela

"'Caixa preta sem segredo
O que Claudio Martins mais gostava no curso de Desenho Industrial da PUC e da UFRJ era criar embalagens. Hoje, na pequena fábrica de objetos utilitários na Praça da Bandeira, ele inventa pastas de linhas simples, inspiradas nas formas das caixas de papelão.
Com polietileno preto, brilhante e resistente, material considerado pouco nobre, ele confecciona pastas atraentes - e enormes - para trabalho, desenho, portifólios ou book.
Por enquanto elas não podem ser encontradas na Quinta Avenida mas já chegaram a lojas como Papel Principal e Papequi.
- Não estou nem um pouco interessado em crescer demais - diz, com ar blasé, o designer carioca."


(Legenda da foto) As pastas de Claudio Martins são de polietileno, na mesma linha das embalagens de papelão.)

1995 - O Globo - Segundo Caderno

"MAM venderá souvenirs inspirados em Copacabana
... A exemplo de grandes museus como o d'Orsay ou o MOMA - que vendem objetos com sua própria marca - o MAM lança, a partir do próximo dia 30 de março o "Edições Cariocas"... o projeto vai propor a venda de suvenires feitos especialmente para o MAM ... o objetivo é viabilizar o desenvolvimento de oficinas para a produção dos protótipos. Entre os artistas e designers confirmados para abrir a primeira fase estão Claudio Martins, Mauricio Ruiz, Noga Lubicz... ... os artistas são livres para criar, mas dentro do tema proposto: as ondas desenhadas do calçadão de Copacabana. Claudio Martins, por exemplo, fez bolsas e jogos americanos de acetato transparente utilizando a técnica da gravura e aglomeração de plásticos. Dentro dessa linha ele vai produzir também mochilas, pastas executivas e até cortinas para box de banheiro: - É ótimo ganhar um lugar tão nobre para expor e comercializar os trabalhos..."
(Foto: bolsas e jogos americanos produzidos com plásticos artesanais)

1996 - Jornal do Brasil- Caderno B

"A praia vai ao futuro

Desfile apresenta as idéias para roupa de banho no ano 2000
O desfile-performance de abertura da exposição "O museu vai à praia", no CCBB revelou um pouco além do que as fotos e as bonecas vestidas exibem nas duas salas da mostra. Em primeiro lugar, os talentos interpretativos das equipes de modelos, principalmente na parte referente ao passado da moda de praia...
Depois (do desfile de trajes) do passado, veio o futuro e suas surpresas, porque a maioria das roupas foi entregue quase na hora de entrar na rotunda... Segundo a visão de escultores, estilistas e designers a praia do futuro poderá ter roupas naturalistas ou ecológicas... Já a fantasia da Atlântida influenciou o figurino de Príncipe Submarino, criado por Luis de Freitas e o envólucro em forma de cavalo-marinho, todo em plástico, de Claudio Martins..."

1997 - Jornal de Santa Tereza - Encarte

"
Do plástico à criação
Em 15 anos de carreira, o designer já experimentou vários métodos de trabalho com o plástico. Experimentar, aliás, é seu verbo favorito. Quando começou a trabalhar, Claudio Martins tinha um objetivo em mente: precisava de um produto onde todo o processo de criação dependesse dele. Ele queria criar do material ao acabamento... A partir das pesquisas, resolveu utilizar uma única matriz que pudesse ser amplamente modificada gerando, assim, produtos diferentes, e dessa maneira ele uniu o útil ao agradável: além de conseguir alcançar seu objetivo, passou a não depender de uma empresa para viabilizar seus projetos pois, os trabalhos eram de fácil realização e requeriam um baixo custo...
Durante nossa conversa, Claudio mostra exemplos de cada fase que passou. Ao abrir as pastas e bolsas compreendo que além de lembranças cada objeto desses contém um sem número de experiências e conhecimentos e, claro, um pouco de paixão. Pois, o entusiasmo com que ele fala de suas criações se reflete em seus gestos e palavras. Para fechar a entrevista ele me fala de um último projeto: uma linha de brindes e suvenires para a Biblioteca Nacional...mas conta que a burocracia está dificultando sua concretização..."

1999 - O Globo - Caderno Ela

"Flores de Plástico.
Uma das sensações da Semana BarraShopping de Estilo foi a bolsa transparente de plástico com estampa de flores de Glorinha Paranaguá."









(OBS: A bolsa foi produzida e executada por Claudio Martins)


ideiasplasticas
oficina de criação e produção de objetos do designer claudio martins
ideiasplasticas@ideiasplasticas.com
55 (21) 2599.8958  /  9716.9317

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